quarta-feira, 9 de setembro de 2009


RESPONDA RAPIDO E FAÇA SUA PARTE....

Missões está no coração de Deus. E no seu?

"Ide por todo mundo e pregai o evangelho a toda criatura" (Marcos 16:15)

"Pede-me e te darei as nações por herança e os fins da terra por tua possessão". Sl.2:8.

Existem três maneiras de fazer missões: indo, orando e contribuindo.

Com qual dessas formas você está contribuindo para que pessoas alcancem salvação?

De que maneira você está contribuindo para a segunda vinda do Senhor Jesus?

E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações.
Então, virá o fim.(Mateus 24:14)

Na autoridade que há no nome de Jesus Cristo, eu oro para que VOCÊ abrace esta causa e se coloque na brecha, intercedendo pelas nações, em especial as nações da Janela 10-40.

Fazer missões é algo imperativo para o povo de Cristo. O "Ide" é uma ordem do próprio Senhor Jesus.


O QUE É MISSÃO?


“Com quem podemos contar para levar a sério a ordem: ‘Ide e fazei discípulos de todos os povos’?”

É o plano de Deus:


Antes mesmo do mundo ser criado, Deus sabia que o homem iria pecar. Sendo assim, Ele preparou, de antemão, um plano de salvação. Neste plano divino estava o conteúdo da obra missionária, que é o anúncio do Evangelho de salvação ao mundo perdido. (Gn 3:15; Ap 13:8; Ef 1:4 ; 1Tm 1:9; 1Pe 1:19 e 20).


É a ordem de Jesus:


Um dos maiores mandamentos de Jesus registrado nas Escrituras é a ordem de fazer missões (Mc 16:15; Mt 28:19 e 20). Antes da ascensão, sua última ordem foi: “Ide por todo o mundo”. (Mc 16:15).


É a obra do Espírito Santo:


O propósito pelo qual o Espírito Santo foi enviado é capacitar e dirigir a Igreja no avanço da obra missionária (Lc 24:47-49). Todo movimento espiritual que se denomine avivamento e não vise a conquista de almas para Cristo é pura emoção e não unção (At 1:8; 2:1-5,14; 4:5-12,31; 13:1-4).


É dever da Igreja:


Jesus não deixou a responsabilidade da Grande Comissão a nenhuma instituição humana. Antes, privatizou esta importante tarefa à sua amada Igreja (Mt 28:20; Jo 15:16; 17:18-20). Portanto, façamos missões.É responsabilidade de cada cristão:Cada cristão tem a responsabilidade de apoiar a obra missionária com oração. (Rm 15:30; Ef 6:18-20; Cl 4:2-4); com contribuição (Fl 4:10-20; 2 Co 9:6 - 14); e evangelização (1Co 9:16; ­­Ez 33:6-8).

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

MAIS UM PORJETO DE DEUS AO SEU ALCANCE...



Departamento de Missões Siloé - com a Direção Pr. Claudio Caetano.
Departamento Infantil Heranças do Senhor - com a Direção Pr. Marcio Batista.

Apoiando mais um porjeto - Missões Siloé Mirins.... Crianças Fazendo Missões...

terça-feira, 11 de agosto de 2009

NÃO DESANIME






Vivemos num mundo onde se olha para as pessoas, as conquistas, a popularidade e a aprovação da auto-estima. Muitas pessoas crêem que, se trabalharem arduamente e conseguirem manter as pessoas felizes, a estima no mundo perdurará. Como qualquer outra falsificação, ela desaparece quando se deixa de trabalhar para isso.



Deus ao contrário, é valor, honra e verdade. Deus criou você, à Sua imagem, para lhe dar valor.

As vozes do mundo competem continuamente com a voz de Deus por sua atenção. Muito freqüentemente essas vozes brotam, dizendo: “Você jamais poderia estar ocupando este lugar”. “Não há nada de significativo e valoroso naquilo que você faz”.



Saiba, você tem uma herança de Deus daqueles que conheceram Cristo pessoalmente. Cristo nasceu em Israel, no primeiro século, entre homens que pensavam muito pouco sobre determinadas pessoas da sociedade. Eles questionavam o valor destas pessoas. As mulheres eram negadas o respeito e o privilégio na política, no casamento, na economia, na educação e na religião.



Em contraste, Jesus esteve mais preocupado com os direitos e privilégios destes seres humanos do que com os Seus próprios. Exemplo disto eram as mulheres judias que nunca eram ensinadas em público – exceto por Jesus. Um comerciante judeu nunca daria um troco de volta na mão de uma mulher, com medo de tocá-la e ser contaminado, mas Jesus tocou as mulheres para curá-las. Em muitas ocasiões, Jesus revelou grandes verdades primeiro às mulheres. A ressurreição, sobre a qual se baseia o Cristianismo, foi revelada primeiro a uma mulher.



Os homens que seguiram a Jesus também mudaram suas atitudes em relação aos outros seres humanos. Instruídos, após a ressurreição e ascensão de Jesus ao céu, homens e mulheres, pescadores, cobrador de impostos, médico, donas de casa, empresária esperaram pela plenitude do Espírito Santo. Eles foram igualmente batizados com o poder de Deus. Pessoas que eram proeminentes e respeitadas na igreja do primeiro século.



A estima de Jesus pelo valor do ser humano veio diretamente do coração de Deus. O nosso valor não vem do que fazemos. Nós somos seres humanos e não um fazer humano. Devemos ter o senso de ser (estar) na presença de Alguém que nos valoriza. Jesus deve ser prioridade em nossas vidas. Como você acha que a sua prioridade afeta as pessoas ao seu redor?



A maioria dos seres humanos coloca seus maiores esforços e projetos nas pessoas que mais as valorizam. Onde você acha que se encontra seu valor?



Os seres humanos buscam sedentamente atenção, companheirismo, amizade, parceria e muitas vezes não encontram. Qual o traço de caráter que Jesus valoriza em você? Ele não exige nenhuma credencial para que você tenha valor, para merecer à atenção, o respeito.



Vivemos dias de individualismo, de indiferença, de solidão, de cobrança. Os seres humanos estão esfriando no amor e cada dia deixam de estimar uns aos outros.



Talvez você esteja desanimado (a) devido ao significado que dá ao seu senso de valorização quando as coisas não vão bem, mas Deus nos exorta neste dia dizendo que há uma única coisa que faz a nós ter valor. A mesma coisa que me faz ter valor faz você ter valor: ”Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores”. Rm 5.8



Filha (o) se você perdesse o seu trabalho por ter dormido até tarde, deixasse o seu marido ou esposa por causa de sua própria obstinação, maltratasse seus filhos, destruísse seu carro e pusesse fogo em sua casa, Deus ainda amaria você e levaria em conta o seu valor. O que torna você significativo (a)?



Muitas vezes pensamos que o que nos torna pessoas significativas é o trabalho que desenvolvemos no caminho, mas e quando as pessoas envolvidas no projeto, ministério, trabalho se mostram indiferentes, deixam que você faça tudo sozinho (a), demonstram sua falta de respeito com atrasos, com a falta de comunicação, parceria, individualismo, críticas, ausência?



Você se sente humilhado (a), desrespeitado (a), triste? Então você precisa vencer as apreciações culturais sobre o que faz uma pessoa ter valor. Você tem valor porque Jesus morreu por ti e é perdoado (a).

O nosso valor não muda de um dia para o outro, dependendo do nosso humor ou do capricho das outras pessoas. A aceitação de Deus não é instável. A realidade do que Deus diz em Sua Palavra precisa nos tocar. Pelo fato de sermos amados pelo Deus do universo a ponto de enviar Seu Filho ao mundo para viver nas limitações de um ser humano, mesmo sendo ainda Deus, morrer numa cruz para perdoar os pecados e ressuscitar da morte para nos tornar justos. Tudo isso para que Ele pudesse ter um relacionamento pessoal conosco. Cristo é quem dá valor. Não há ninguém como Ele.



Os seres humanos irão falhar todo o tempo. Um dia dizem “Bendito (a) aquele (a) que vem em nome do Senhor” e no dia seguinte: Crucifica-o (a), crucifica-o (a).



Meu bem escolha crer no que o Senhor diz que é verdade sobre você e a Sua Palavra, mas do que naquilo que o mundo parece estar dizendo. Se conhecer a Deus desta forma é o desejo do seu coração, alegre-se e não permita que o desanimo encontre abrigo em seu coração. Ele se preocupa com você. Ele morreu por você numa cruz para lhe dar valor que nunca acabará. Empregos se vão, ministérios se vão, nós mudamos de cidade, de bairro, de emprego, as pessoas mudam, mas Deus não sofre variação.



Não tente viver a sua vida segundo suas próprias forças e com seus recursos limitados. Não é suficiente. Nós não somos suficientes. Precisamos do Senhor em nossas vidas. Abra a porta de sua vida ao Senhor e O convide a ser seu parceiro no trabalho, no ministério, na família, convide-O a ser seu Salvador e Senhor. Aceite Sua opinião sobre você como alguém precioso e de valor. Faça escolhas conscientes para ouvir Sua voz e crer em Sua Palavra.



O amor de Cristo dá valor a você. A escolha é só sua. Ele não obriga. Se quer tudo o que Deu tem para você, você está em uma aventura excitante! Desfrute o fato de ser um homem, uma mulher de Deus.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009


Filhos de Deus

Carlos McCord



“Aquele que é a Palavra estava no mundo, e o mundo foi feito por intermédio dele, mas o mundo não o reconheceu. Veio para o que era seu, mas os seus não o receberam. Contudo, aos que o receberam, aos que creram em seu nome, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus, os quais não nasceram por descendência natural, nem pela vontade da carne nem pela vontade de algum homem, mas nasceram de Deus.” João 1:10-13

Parabéns! Agora você faz parte da eterna família de Deus. Seja bem vindo!

Quando você creu em Jesus, algo maravilhoso aconteceu que já mudou a sua vida permanentemente. Ao aceitar Jesus, você se tornou “filho de Deus.” Isto quer dizer que agora, entre você e Deus, não existem mais barreiras. Agora existe um relacionamento novo, eterno e perfeito entre você e seu Criador. Daqui pela frente, Deus vai tratar você como um amado membro da família. Pela fé naquilo que Cristo fez por você, você pode ter certeza que sua identidade mudou para sempre.

Quando Jesus morreu na cruz do Calvário há dois mil anos, a obra que Ele fez foi tão perfeita que só sobrou uma única barreira entre Deus e toda a humanidade. Esta barreira não está do lado de Deus; está do lado humano. Esta última barreira é crer ou não crer em Jesus.

Quando você chegou na presença de Deus e pediu perdão dos seus pecados, a última barreira caiu para sempre entre você e Deus. Assim, o poder de ser um filho de Deus se tornou um fato na sua vida. Muitas outras coisas aconteceram também, mas ser filho de Deus é realmente algo que você precisa receber muito bem.

Ter fé é sempre chegar na presença de Deus para receber o que o seu Pai quer dar de graça para você. Pode ser difícil aceitar que Deus só exige de nós uma fé de “mãos vazias,” mas é assim que recebemos tudo na vida espiritual. Nunca pense que você ganha coisas de Deus porque merece pelas obras. Você recebe porque Ele quer dar de graça. É sempre assim na sua nova família.

No momento em que você creu em Jesus, tudo que Ele fez, perfeitamente, por você, na cruz do Calvário, se tornou seu para sempre. E uma parte maravilhosa daquilo que você recebeu é o direito de dizer: “Sou filho de Deus.”

Um hábito muito importante nesta nova vida que você tem em Jesus é dizer, pela fé, que você é filho de Deus. No início, você pode sentir que não merece esta benção e este direito. Você merece porque Jesus fez tudo por você. É pela graça mesmo!

Neste momento diga com confiança baseada na obra perfeita de Jesus no Calvário: “Sou filho de Deus!” Se você ficar bem quieto, vai ouvir Deus falar no seu coração: “Amém!”

Durante este dia e também todos os dias, afirme essa verdade maravilhosa dizendo: “Eu sou filho de Deus”. Ninguém jamais pode tirar isso de você!



FONTE : http://www.permanecer.com.br


Crianças

Carlos McCord



“Começou uma discussão entre os discípulos acerca de qual deles seria o maior. Jesus, conhecendo os seus pensamentos, tomou uma criança e a colocou em pé, a seu lado. Então lhes disse: “Quem recebe esta criança em meu nome, está recebendo; e quem me recebe, está recebendo aquele que me enviou. Pois aquele que entre vocês for o menor, este será o maior.”
Lucas 9:46-48

Orgulho e esta nova vida não combinam.

No seu novo relacionamento com Deus, ser “menor” é ser o “maior”. Parece uma coisa estranha, mas é assim mesmo nesta nova vida que você recebeu em Jesus. Ser cada vez mais como uma criança é o caminho certo para crescer e ser o “maior.”

A razão por este caminho estranho é que Deus nos criou para viver recebendo e depois fazendo. Viver recebendo, como as crianças fazem todo dia, nos ensina que a gente vive dependente de Deus, 24 horas por dia e 7 dias por semana. Viver sempre recebendo nos lembra que Deus é a fonte de tudo. Viver recebendo é viver pela fé nas boas intenções de Deus.

Todo adulto tem problemas com orgulho, mas o orgulho não é um problema comum entre as crianças. Na sua vida nova com Deus, o orgulho vai ter que ceder lugar à humildade de uma criança, que deverá aparecer no espaço que o orgulho ocupa. Orgulho e esta nova vida não combinam.

O orgulho é uma maneira de tentar gerenciar as nossas vidas em vez de deixar Deus gerenciá-las. Gerenciar nossa própria vida parece sábio no início, mas quem já tentou sabe que cansa e sobrecarrega. Crianças não tentam gerenciar a vida. Crianças recebem a vida. Por isso elas dormem tão bem e têm tanto energia para viver!

Uma das razões pelas quais esta nova vida em Jesus é chamada de o “novo nascimento”, é porque o novo nascimento somente acontece se recebermos Jesus como uma criança recebe tudo de graça e não pelas obras. Da mesma maneira que você recebeu a salvação em Jesus de graça, continue vivendo assim, recebendo como uma criança.

Jesus foi o maior e melhor homem que já existiu. Seu poder, inteligência, sabedoria, amor, equilíbrio e vida foram perfeitos. Segundo Jesus, a razão de tudo que Ele fez foi o resultado de depender completamente do seu Pai. Jesus viveu recebendo, 24 horas por dia e 7 dias por semana. Se foi assim com Jesus, tem que ser assim com a gente.

Não tenha medo de ser pequeno perante seu Pai e aos olhos dos outros. Seu Pai é tão generoso que Ele quer sempre ser seu pai e ajuda-lo a ter a melhor e maior vida possível.

Diga: “Sou uma criança que precisa receber do Pai. Assim sempre serei e gosto de ser assim”




FONTE: http://www.permanecer.com.br

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Cristãos perseguindo cristãos


INTERNACIONAL - Esta é a terceira parte do artigo intitulado Perseguição e missão, escrito por Thomas Schirrmacher para Lausanne World Pulse. Leia a primeira, a segunda e a terceira parte.

Profetas e verdadeiros cristãos sempre foram perseguidos por autoridades institucionalmente religiosas. O próprio Israel perseguia os profetas do Velho Testamento, Jesus e até os apóstolos.

Jesus comparou os líderes espirituais de seus dias com aqueles assassinaram os profetas do Velho Testamento (Mt 5.10-12, 23; 23.21,34; Lc 11.49; 13.34; 21.12, Jo 5.16. Veja também Estevão em At 7.52; Pedro em At 2.23 e Paulo em 1Ts 2.14-15).

Existem cristãos hoje que também perseguem tanto cristãos quanto outros. Basta nos lembrarmos das conversões forçadas que aconteceram na Idade Média, a colonização da América Latina, as Cruzadas, a opressão aos hereges, a Inquisição e o massacre dos judeus. Desde o século IV, o termo “mártir” foi utilizado para incluir cristãos assassinados por outros cristãos “ortodoxos”.

O fato de que os cristãos são martirizados por eles mesmos no nome do Deus cristão, por mais terrível que seja, não é algo externo às Escrituras. Nenhuma outra religião possui um livro santo que descreve seus seguidores tão negativamente quanto a Bíblia faz com o povo de Israel e com os cristãos. Essa autocrítica honesta e algumas vezes severa é integral tanto para o judaísmo quanto para o cristianismo, em contraste com outras religiões.

O Estado, política e perseguição

Devemos evitar definir perseguição em termos simplesmente religiosos, já que ela pode surgir quando os cristãos tomam certas posições políticas e éticas.

"Teologias recentes, como a teologia católica da libertação, às vezes, aplicaram a terminologia “mártir” a mártires políticos e combatentes de resistência.

De fato, é correto dizer que, às vezes, a perseguição tem real aspecto político, especificamente quando a censura de governantes inicia a perseguição.

Há uma longa tradição de censura política que gera perseguição desde os profetas do Velho Testamento até Atanásio, Tomás Becket, Dietrich Bonhoeffer, Martin Luther King e o arcebispo Oscar Romero. Os cristãos são normalmente cidadãos leais que buscam o bem-estar de seu Estado, país e povo. Mas, sempre que o Estado tenta forçá-los a desonrar a Deus e especificamente suprimir o cumprimento de sua missão, eles devem obedecer a Deus e não a humanos (At 4.19; 5.29)

É claro que é difícil supor exatamente qual deve ser a extensão de nossa cooperação com o governo durante períodos de perseguição, e quando devemos resistir. Nas missões mundiais, essa questão deve ser decidida mais uma vez pelos cristãos em cada contexto. De fato, precisamos avaliar a possibilidade de quebrar leis estatais e resistir aos poderes pelo bem do evangelho.

Pedro e os apóstolos pregaram o evangelho a despeito das proibições estatais (At 4.19-20; 5.29) e, freqüentemente, foram presos e punidos por isso (At 12.1-2).

Em meio à oposição romana, os cristãos referiam-se a Jesus como “Senhor” (no grego, “kyrios”) e rei (em oposição ao decreto imperial, veja At 4.12; 17.6-7). Eles seguiram os exemplos do Velho Testamento (como Daniel em Dn 3; os sacerdotes em 1Cr 26.18; as parteiras egípcias em Ex 1.15-20; Raabe em Js 2).

Em vez de condenar a desonestidade deles, o Novo Testamento apresenta-os como modelos de fé (Hb 11.31; Tg 2.25). Observe que tais exemplos não dizem respeito somente à idolatria ou à renúncia do evangelho, mas a qualquer transgressão da lei de Deus. Tal resistência assume, entretanto, que o Estado exigiu a transgressão da lei de Deus.

Nunca houve perseguição somente por motivos religiosos, já que sempre há uma mistura confusa de aspectos religiosos com problemas culturais e sociais. Os motivos nacionais, econômicos e pessoais podem também exercer um papel importante.

Em Apocalipse, o ódio pela Igreja cresce devido a assuntos políticos e econômicos. Outro exemplo é o artesão efésio que instiga um tumulto porque considerava o trabalho missionário de Paulo uma ameaça ao bem-estar social (At 19.23-29). Em Atos 16, Paulo e Silas foram presos após expulsarem um demônio de uma escrava adivinhadora, deixando seus donos ficaram furiosos com a perda de seus lucros (At 16.16-24).

Na verdade, não há diferença entre os que são “perseguidos por causa de sua fé” e aqueles perseguidos por sua “ajuda ativa de justiça”.

Em Apocalipse, o governo anticristão da besta oprime os santos (“que obedeçam aos mandamentos de Deus e permaneçam fiéis a Jesus”, Ap 14.12 – veja também 12.17).

Tanto a obediência aos princípios de justiça e verdade como a lealdade a Jesus igualmente provocaram o ódio.

Missões mundiais é um mandamento primário (Mt 28. 18-20) e inclui o ensino de todos os aspectos dos mandamentos de Deus. Os opressores podem usar questões sociais ou éticas como razões de sua oposição, mas a verdadeira razão é nossa fidelidade ao mandato missionário.

Os cristãos conhecem a real razão da perseguição: o mundo os odeia assim como odeia o Senhor deles (Jo 15.18), e, portanto, a perseguição será sempre intimamente relacionada à obediência missionária.

Sobre o autor

Dr. Thomas Schirrmacher é professor de ética e sociologia da religião na Alemanha e na Turquia. Ele também é presidente do Seminário Teológico Martin Bucer, representante de direitos humanos da Aliança Evangélica Mundial e diretor do Instituto Internacional da Liberdade Religiosa (Bonn, Cidade de Cabo, Colombo).

Schirrmacher tem quatro doutorados (teologia, antropologia cultural, ética, e sociologia da religião).

Tradução: Homero S. Chagas

Fonte: Lausanne World Pulse

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Pesquisa revela que renascimento da religião está mais presente no Brasil que na maioria dos países


Com mais de 20 tatuagens estampadas no corpo, dois piercings no nariz e um alargador de orelha, a paulistana Fernanda Soares Mariana, de 19 anos, parece estar montada para um show de rock. Apenas a Bíblia que ela carrega nos braços sugere outro destino.

Fernanda, a despeito do visual, está pronta mesmo é para encontrar Jesus. “A igreja não pode julgar. Ela tem de estar lá para transformar sua vida, e não sua aparência”, afirma. A igreja que Fernanda escolheu não a julga pelo figurino. Numa noite de domingo, no templo da Bola de Neve Church do Rio de Janeiro, o que se vê são fiéis vestindo bermudas e camisetas com estampas de surfe. Boa parte exibe tatuagens como as de Fernanda.

No altar, uma banda toca música gospel, enquanto a vocalista grita o refrão “Jesus é meu Senhor, sem Ele nada sou”. Na plateia, cerca de 300 pessoas acompanham o show em catarse, balançando fervorosamente ao som da música. A diaconisa Julia Braz, de 18 anos, sobe ao palco de cabelo escovado e roupa fashion. Põe a Bíblia sobre uma prancha de surfe no púlpito e anuncia: “O evangelismo tá bombando!”. Amém.

Cultos voltados para os jovens, como a igreja da Bola de Neve, revelam um fenômeno: mostram que o jovem brasileiro busca formas inovadoras de expressar sua religiosidade. Em 1882, o filósofo alemão Friedrich Nietzsche assinou a certidão de óbito divina com a célebre afirmativa: “Deus está morto”. Para ele, os homens não precisariam mais viver a ilusão do sobrenatural. Nietzsche não foi o único.

O anacronismo da fé religiosa era uma premissa do socialismo. “A religião é o ópio do povo” está entre as frases mais conhecidas de Karl Marx. Para Sigmund Freud, a necessidade que o homem tem de religião decorreria de incapacidade de conceber um mundo sem pais – daí a invenção de um Deus.

A influência de Marx e de Freud no pensamento do século XX afastou gerações de jovens da fé. Mas a derrocada do socialismo e as críticas à psicanálise freudiana parecem ter deixado espaço para a religiosidade se manifestar, sobretudo entre os jovens. “Aquilo que muitos acreditavam que destruiria a religião – a tecnologia, a ciência, a democracia, a razão e os mercados –, tudo isso está se combinando para fazê-la ficar mais forte”, escreveram John Micklethwait e Adrian Wooldridge, ambos jornalistas da revista britânica The Economist, no livro God is back. Para os jovens, como diz o título do livro, Deus está de volta.

Ou, nas palavras da diaconisa Julia, “está bombando”.
Uma pesquisa feita por um instituto alemão mostra
que 95% dos brasileiros entre 18 e 29 anos se dizem
religiosos e 65% afirmam ser “profundamente religiosos”

Uma pesquisa inédita do instituto alemão Bertelsmann Stifung, realizada em 21 países, revela que esse renascimento da religião está mais presente no Brasil que na maioria dos países. O estudo mostra que o jovem brasileiro é o terceiro mais religioso do mundo, atrás apenas dos nigerianos e dos guatemaltecos.

Segundo a pesquisa, 95% dos brasileiros entre 18 e 29 anos se dizem religiosos e 65% afirmam que são “profundamente religiosos”. Noventa por cento afirmam acreditar em Deus. Milhões de jovens recorrem à internet para resolver seus problemas espirituais. Na rede de computadores, a diversidade de crenças se propaga como vírus. “Na minha geração só sabia o que era budismo quem viajava para o exterior”, diz a antropóloga Regina Novaes, da Universidade de São Paulo e ex-presidente do Conselho Nacional de Juventude. “Hoje, com a internet, o jovem conversa com todo o mundo e conhece novas religiões.

A internet virou um templo.” Mais talvez do que isso, ela se converteu no veículo ideal de uma religião contemporânea e desregulada, que pode ser exercida coletivamente sem sair de casa e sem submeter-se a qualquer disciplina.

Trecho da matéria Deus é Pop.

Fonte: Revista Época

Tema: Relacionamentos e responsabilidades - João 15:1-11





Mensagem ministrada em 28 de junho de 2009 na Igreja Assembléia de Deus – Ministério de Madureira – Campo do Brás na Penha – Pr. Islei Santos (Teólogo, Mestrando em Novo Testamento pelo Seminário Teológico Batista Nacional de São Paulo, Professor de Teologia, Conferencista e Escritor).

Introdução:
Esta é sétima e última declaração de “Eu Sou” feita por Cristo conforme o registro do Evangelho de Jesus.
O cultivo dos vinhedos era uma atividade importante para a vida e a economia de Israel. O templo de Herodes era decorado como uma videira de ouro.
Ao usar essa metáfora, Jesus recorreu a uma imagem que todos os judeus conheciam bem. Essa representação simbólica apresenta elementos que é preciso compreender, a fim de tirar proveito dos ensinamentos de Cristo nesta passagem.

1) A videira
Há três tipos de videira nas Escrituras:
A videira do passado: refere-se a Israel como nação (Sl 80:8,19; Is 5:1-7; Jr 2:21; Ez 19: 19:10-14 e Os 10:1). Mas a videira produziu uvas bravas! Ao invés de praticar justiça, praticou a opressão; ao invés de produzir retidão, produziu iniqüidade e clamores de aflições de suas vítimas.

A videira do futuro: a “videira da terra”, em Apocalipse 14:14-20. Refere-se ao sistema do mundo gentio, amadurecendo para o julgamento de Deus. Os cristãos são ramos da “videira do céu”, mas os incrédulos são ramos da “videira da terra”. A “videira da terra” será cortada e destruída quando Jesus Cristo voltar.

A videira do presente: é nosso Senhor Jesus Cristo, e inclui, obviamente, seus ramos. Ele é a “Videira Verdadeira”, ou seja, “a original, da qual todas as outras videiras são cópias”.
Como cristãos, não vivemos de substitutos! O simbolismo da videira e dos ramos é semelhante àquela da Cabeça e do corpo; temos um relacionamento vivo com Cristo e pertencemos a Ele.
Nossa união com Cristo é uma união viva, por isso podemos dar frutos; é uma união afetuosa, por isso podemos desfrutar nosso relacionamento com ele; é também uma união duradoura, por isso não precisamos temer.

2) Os ramos
Sozinho, um ramo é frágil e imprestável, servindo apenas para ser queimado (Ez 15). O ramo não é capaz de gerar a própria vida; antes, deve retirá-la da videira.
É nossa comunhão com Cristo, por meio do Espírito Santo, que nos permite dar frutos. Muitas imagens de Cristo e dos cristãos apresentadas nas Escrituras enfatizam esse conceito importante de união e comunhão: o corpo e seus membros (1ª Co 12), a noiva e o Noivo (Ef 5:25-33), as ovelhas e o Pastor (Jo 10).
Um membro que é separado do corpo morre. O casamento cria uma união, mas exige amor e devoção diários para manter a comunhão. O pastor traz as ovelhas para o rebanho, mas as ovelhas devem seguir o pastor, a fim de receber proteção e provisão.
Quando descobrimos que somos apenas ramos, melhor será nosso relacionamento com o Senhor, pois veremos nossas fraquezas e confessaremos que necessitamos de sua força.
A palavra-chave é permanecer, usada onze vezes em João 15:1-11. Permanecer significa manter a comunhão com Cristo de modo que trabalhe em nossa vida e por meio dela, a fim de produzirmos frutos.
Sem dúvida, inclui a Palavra de Deus e a confissão dos pecados, a fim de que nada sirva de empecilhos para essa comunhão com o Senhor (Jo 15:3). Também inclui a obediência a ele porque o amamos (Jo 15:9-10).
Permanecer em Cristo exige ADORAÇÃO, MEDITAÇÃO NA PALAVRA DE DEUS, ORAÇÃO, SACRIFÍCIO E SERVIÇO, - mas é uma grande alegria.
Uma vez que começamos a cultivar essa comunhão mais profunda com Deus, não temos desejo algum de voltar à vida superficial do cristão indiferente.
3) O agricultor
A responsabilidade do agricultor é cuidar das videiras, e, de acordo com Jesus, esse é o trabalho do Pai.
É ele quem limpa ou poda os ramos para que possam produzir mais frutos. Observe a progressão: nenhum fruto (Jo 15:2), fruto, mais fruto, muito fruto (Jo 15:5,8).
Muitos cristãos pedem a Deus que possam dar mais frutos, mas não gostam do processo necessário da poda pelo qual devem passar em resposta a essa oração.
O viticultor poda os ramos de duas maneiras: corta a madeira morta que pode servir para a proliferação de doenças e de insetos e remove partes ainda vivas, para que a vitalidade da planta não se dissipe, comprometendo a qualidade dos frutos.
Na verdade, o viticultor remove cachos inteiros de uvas para que o resto da colheita seja de qualidade superior. Deus quer quantidade e qualidade.
O processo da poda é a parte mais importante do cultivo, e os que cuidam disso devem ser devidamente treinados, pois se não forem habilidosos, podem destruir uma colheita inteira.
Em alguns vinhedos, os “podadores” passam por treinamentos que duram de dois a três anos, durante os quais aprendem exatamente onde cortar, quando cortar e até o ângulo exato dos cortes.
Pelo do fato de nos amar, Deus nos “poda” e nos estimula a dar mais frutos para sua glória.
O momento em que nosso Pai celeste mais se aproxima de nós é quando está nos podando. Por vezes, remove madeira morta que pode causar problemas; mas, com freqüência, corta fora partes ainda vivas que estão nos privando de vigor espiritual.
De que maneira o Pai nos poda? Por vezes, simplesmente usa a Palavra para nos convencer de nosso pecado e nos purificar. Em outras ocasiões, precisa nos disciplinar. A dor é grande quando remove algo que consideramos precioso; mas à medida que a “colheita espiritual” é produzida, vemos que o Pai sabia o que estava fazendo.
Quanto mais permanecemos em Cristo, mais frutos produzimos, e quanto mais frutos produzimos, mais o Pai nos poda para que a qualidade mantenha-se no mesmo nível que a quantidade.
4) Os frutos
A palavra resultados aparece com freqüência nas conversas entre obreiros cristãos. Uma máquina ou um robô pode dar resultados, mas é preciso haver um organismo vivo para produzir frutos.
Essa produção exige tempo e cultivo; uma boa colheita não aparece de um dia para noite!
É preciso lembrar que os frutos não são consumidos pelos ramos, mas sim aproveitados por outros.
Não se devem produzir frutos para agradar a si mesmos, mas para servir aos outros.
Devemos ser o tipo de pessoas que “alimenta” os semelhantes com nossas palavras e com nossas obras. “Os lábios do justo apascentam a muitos” (Pv 10:21).
Um verdadeiro ramo ligado à vinha sempre dará frutos. Onde há vida sempre há frutos.
Conclusão:
Como ramos da Videira, temos o privilégio de permanecer em Cristo e a responsabilidade de dar frutos.

Referência bibliográfica
Warren W. Wiersbe. Novo Testamento 1. P. 457-460. Central Gospel.

Nome: Islei do Santos.
Assembléia de Deus da Penha
Campo do Brás - Ministério de Madureira
Rua Senador Godoi, 457 – Penha - São Paulo
www.isleisantos.blog.terra.com.br

terça-feira, 16 de junho de 2009

Boletim de Missões ..."Não é pela força nem pelo teu poder que tu triunfarás, mas pelo meu espírito.", diz o Senhor todo-poderoso (Zacarias 4,6)


"Tudo o que fizerem, façam de todo o coração, como para o Senhor, e não para os homens [...]. É a Cristo, o Senhor, que vocês estão servindo."

Colossenses 3. 23 e 24

Pr.,

Nossos irmãos perseguidos têm trabalhado para o Senhor e para o seu Reino. Eles prosseguem na obra, não importa quanto lhes custe. Eu e você, cristãos livres, somos chamados a trabalhar também, da maneira que está ao nosso alcance: orando e, em casos como alguns dos citados abaixo, separando uma pequena porção do nosso tempo para escrever em favor deles. Tudo sendo feito de todo o nosso coração.

Na China, o pastor Hua Huiqi foi preso e agredido fisicamente por causa de suas atividades cristãs. Enquanto batia no pastor, o agressor dizia "Eu vou estrangular você, e quero ver se continuará pregando o evangelho". Hua Huiqi foi solto, mas precisa de nossas orações para que permaneça firme e se recupere rapidamente.


O cristão chinês Shi Weihan foi condenado a três anos de prisão. Após diversos períodos encarcerado, ele foi julgado e recebeu essa sentença. Os advogados esperam que ele consiga liberdade condicional por motivos médicos.


Na sexta-feira, 12 de junho, o Irã reelegeu Mahmud Ahmadinejad como presidente do país. Preocupando–se com nossos irmãos iranianos, a Portas Abertas iniciou uma campanha de cartas para o presidente do Irã em favor dos cristãos naquele país. Saiba mais e participe.


Todos os dias, o Senhor nos dá a oportunidade de agirmos em favor de nossos irmãos. Faça sua parte como Corpo de Cristo: ore e aja. Deus nos dá essa benção de podermos ser resposta de oração na vida dos cristãos perseguidos, ainda que eles estejam, fisicamente, tão distantes de nós.

Mobilize outros a orar e agir também.

Uma semana abençoada,

Deborah Stafussi
www.portasabertas.com.br